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	<title> &#187; comunicacao corporativa</title>
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		<title>Compartilhe e transforme: a arquitetura da colaboração</title>
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		<pubDate>Thu, 06 May 2010 15:37:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Isabel</dc:creator>
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Uma breve análise
Estamos estudando há algum tempo o trabalho de colaboração interna em médias e grandes empresas. Nossa pergunta-chave é &#8220;Como se aproximar cada vez mais do tema e apresentar um projeto diferenciado ao cliente?&#8221; Procuramos a resposta primeiro em uma base teórica com o apoio de diversos autores, desde o belga Derrick Kerckhove e o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong> </strong></p>
<p><strong><img class="size-full wp-image-439 alignleft" style="border: black 0px solid;" title="O &quot;Ctrl+c..." src="http://www.visionello.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/img-thing2.jpg" alt="" width="297" height="196" /> <img class="size-full wp-image-440 alignleft" style="border: black 0px solid;" title="...e Ctrl+v&quot; do bem." src="http://www.visionello.com.br/blog/wp-content/uploads/2010/05/img-thing3.jpg" alt="" width="297" height="196" /></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Uma breve análise</strong></p>
<p>Estamos estudando há algum tempo o trabalho de colaboração interna em médias e grandes empresas. Nossa pergunta-chave é &#8220;Como se aproximar cada vez mais do tema e apresentar um projeto diferenciado ao cliente?&#8221; Procuramos a resposta primeiro em uma base teórica com o apoio de diversos autores, desde o belga Derrick Kerckhove e o francês Pierre Lévy, ambos já comentados por aqui. Tivemos uma boa noção, mas ainda não completa do que é um trabalho integralmente eficiente de sociabilidade corporativa.</p>
<p>Em uma oportunidade enviei um artigo compacto com parte do estudo ao <a href="http://www.terraforum.com.br" target="_blank">TerraForum Consultores</a> e vencemos o <em>Desafio de Artigos</em>, oferecido pelo evento <a href="http://www.gestao20.com.br" target="_blank">Gestão 2.0</a>, que ocorreu no último dia 29.</p>
<p>Salvo algumas alterações, retiradas as referências bibliográficas que contemplam um artigo propriamente mais acadêmico, grande parte do conteúdo está abaixo, um resultado de duas pesquisas, teórica e de campo.</p>
<p>Aos poucos esse conteúdo será ampliado, aprimorado e acrescido de novidades que somente vamos perceber ao longo do tempo, na real, na rotina dos colaboradores de cada companhia.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Além de qualquer modismo</strong></p>
<p>A construção da colaboração entre usuários na web é algo amplamente comentado e discutir sobre isso hoje parece até um clichê. O assunto se estendeu ao mundo corporativo e a conversa gira em torno dos benefícios que a gestão colaborativa traz aos empregados.</p>
<p>Sem dúvida a inovação já está aí, na procura do que é melhor para a interação entre funcionários e chefes, a hierarquia dissipada e a conquista do espaço democrático de conhecimento. Não existe um relacionamento sem a troca, seja de informação ou novos dados que intervém na realidade das pessoas.</p>
<p>A pluralização do virtual, ou seja, a web que funciona para todos, remitificou a cultura da sociedade e está além de qualquer modismo.</p>
<p>Para o belga e estudioso <em>mcluhaniano</em> Derrick Derckhove, &#8220;essa pluralização citada é um ‘Efeito Borboleta’ de certa maneira. A mínima ação que você faz pode mudar toda a estrutura do contexto&#8221;. E para quem vive a comunicação, é outra forma de ver a sociedade e entender como será esse diálogo daqui 20 ou 30 anos.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Web 2.0 e a nova forma social: um olhar antropológico</strong></p>
<p>Como consequência da evolução, o <em>crowdsourcing –</em> ou o<em> todos podem criar</em> – tornou-se uma estrutura tão importante que não levá-lo ao espaço corporativo seria como uma omissão irresponsável de caráter social.</p>
<p>E cada vez mais para se ter atenção na web, tamanha a quantidade de informação trafegada, um indivíduo ou uma empresa precisa ter pouca habilidade em <em>Design</em> ou em programas de convergência entre áudio e vídeo, mas por outro lado precisa produzir conteúdos relevantes em um tempo bem limitado. Como todos falam ou escrevem uns aos outros, em alguns casos o rumo da comunicação corporativa não está mais na mão do comunicador.</p>
<p>A divisão do conhecimento, para o filósofo francês Pierre Lévy, é o compartilhar, talvez a maior vantagem de toda a troca de informação na web. O autor citou a democratização de conteúdo e encontrou então um problema: a questão da língua. Apesar do mundo hiperconectado, não compreender um idioma, qualquer que seja, pode dificultar toda a conexão. A interligação existe, mas não há a uniformidade do entendimento.</p>
<p>E agora, é tornar a inteligência coletiva capaz de observar-se, codificada em som, textos, vídeo e produção de dados, tudo o que compreende o mundo digital. É o dever do funcionamento da coletividade, a favor do conhecimento humano.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>As companhias sob diferentes ângulos de relacionamento</strong></p>
<p>Novos humanos, novos parâmetros &#8211; uma frase que a cada dia faz mais sentido. Não é de se surpreender que a velocidade de resposta dos <em>stakeholders</em> venha com uma velocidade incrível e é preciso sempre estar bem preparado.</p>
<p>Qualquer pequeno deslize pode ser fatal. Canais sociais, como Blogs, Twitter, Facebook/Orkut e o Formspring, que hoje serve muito bem como uma seção de <em>FAQ</em> ou <em>Perguntas e Respostas</em>, são fontes diretas de comunicação com o público. Mas a reiteração é inevitável: há de saber usá-las.</p>
<p>Desde o monitoramento digital para avaliação de dados até as medidas de gerenciamento de crise, todos refletem novas formas métricas. Fora outros canais abertos com a comunidade, que facilitam esse relacionamento.</p>
<p>Todos querem dar uma opinião. É um lado democrático que aparece no meio dos negócios e revoluciona pela modernidade e transformação na comunicação.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>A Intranet Social</strong></p>
<p>Como forma de interação plena na gestão 2.0 de uma organização está a criação de uma Intranet Conceito, com base colaborativa, com recursos e funcionalidades sociais que agregam produtividade e motivação aos colaboradores &#8211; uma forma de integração global, seja qual for o porte da corporação.</p>
<p>A receptividade de algumas empresas com redes customizáveis está sendo bem aceita. Companhias como Ikea, Accenture, Sodexo, Procter &amp; Gamble e o HSBC já adotaram a nova rede interna como mudanças irreversíveis em suas culturas organizacionais. A transformação na comunicação interna exige mais do lado comportamental da empresa e do colaborador e vai além de qualquer relação de trabalho, estabelece um novo relacionamento.</p>
<p>As redes mais completas conhecidas possibilitam que cada usuário tenha o seu próprio <em>profile</em> e que possam inserir seus interesses com a possibilidade de se integrar com colegas de outras áreas e países, somente, por exemplo, pelos interesses em filmes e hobbies.</p>
<p>A produtividade é o primeiro benefício calculado. É o que faz a comunicação ser mais acelerada e direcional. Claro que cada rede muda de uma companhia para a outra, mas todas são iguais por tratar o conteúdo gerado por seus talentos como uma abertura democrática.</p>
<p>É bom por ora deixar alguns números e porcentagens de lado, sem pensar o quanto pode economizar uma empresa com uma rede de colaboração inteligente (e a economia não é pouca). O interesse é pensar no humano – seus interesses, relacionamentos, prazos, metas – e na pessoa que tem seu trabalho e está disponível a crescer, errar e aprender.</p>
<p>Cada corporação também tem o seu modo próprio de adquirir conhecimento e promover a troca em um patamar mundialmente abrangente. O ambiente social é o caminho mais firme e seguro, já que a comunicação consegue ser muito mais ágil e no caso das multinacionais, o idioma não é problema. Pelo recurso de tradução <em>real-time</em>, as áreas dispostas em diferentes nacionalidades acabam falando a mesma língua.</p>
<p>Mas ainda assim, a socialização com o novo ainda é um grande obstáculo para as empresas. Os executivos precisam ter uma visão direta dessa demanda da gestão 2.0 no corporativo. Tudo bem que é preciso trabalhar o bom senso dos colaboradores na rede, mas de que adianta não fazê-lo antecedendo o despreparo deles?</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>O W<em>iki</em> e o mundo corporativo</strong></p>
<p>Além de ser uma fonte de conhecimento geral, é uma fonte de conhecimento da biografia da corporação. É muito possível apresentar para um novo colaborador a vida completa da companhia pelo <em>Wiki</em>, outro recurso inserido na Intranet Conceito. Além disso, todos podem escrever um pouco sobre o seu próprio caminho de carreira lá dentro e vão, aos poucos, (re)escrevendo a história.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Engajamento tecnológico como forma de reeducação </strong></p>
<p>Apresentar aos colaboradores uma nova forma de ver e se comunicar requer tempo e sim, muita paciência. É um processo a longo prazo que reeduca a comunicação.</p>
<p>A campanha de engajamento, com cursos ou vídeos explicativos, é a primeira atitude que a companhia toma. A organização nas ideias é a segunda ação, até porque a rede em si incentiva a explosão de novas opiniões e traz uma desorganização positiva.</p>
<p>Exemplificando o diálogo, o gerente da área “X” pode deixar uma mensagem formal no <em>profile</em> do seu colega da área “Y” sobre um relatório e postar um texto bem humorado sobre inovação em seu blog. Isso ao mesmo tempo em que subiu um vídeo de um café da manhã com gerentes ou uma conversa com o presidente da empresa. Esses textos e vídeo ficarão acessíveis aos usuários. Quem perdeu o conteúdo relevante do encontro poderá ter acesso por essa “cobertura”.</p>
<p>Pelo informalismo do que se propõe a rede,<strong> </strong>não precisa ser um grande entendedor para saber lidar com ela. Além da intuição, a funcionalidade é feita sob medida e ao trabalho árduo de análise e pesquisa de um bom designer de <em>user experience</em> para saber as necessidades comunicacionais, além de facilitar e aperfeiçoar o uso na Intranet.</p>
<p>Fora as funcionalidades apresentadas, o colaborador, como toda a companhia, tem acesso a um rico complexo de trabalho que une motivação, integração, conhecimento e interatividade. Tudo em suas mãos.</p>
<p>____________________</p>
<p>Para ler o artigo, como publicado no site da Consultoria, leia <a href="http://biblioteca.terraforum.com.br/Paginas/Aarquiteturadacolabora%C3%A7%C3%A3o.aspx?page=1" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p>Na biblioteca do TerraForum há ainda outros ótimos artigos sobre o assunto, <a title="Web 2.0" href="http://biblioteca.terraforum.com.br/Paginas/TemaArtigo.aspx?Tema=Web%202.0" target="_blank">acesse</a>.</p>
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		<title>Derrick de Kerckhove:Expired:Tired:Wired</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Sep 2009 04:16:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Visionello</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Notas]]></category>
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No segundo encontro da série de eventos Ciclo Era Digital no Sesc Consolação, dia 1º/09, o linguista e educador belga Derrick de Kerckhove colocou em debate a era das tags e o futuro da comunicação digital.
No mundo digital a tag é uma palavra-chave que permite ligar um ponto a muitos outros dentro do mundo virtual. A pluralização do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-131" src="http://www.visionello.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/09/ill-fri-wired.jpg" alt="ill-fri-wired" width="486" height="258" /></p>
<p>No segundo encontro da série de eventos <a href="http://www.cicloeradigital.com.br" target="_blank">Ciclo Era Digital</a> no Sesc Consolação, dia 1º/09, o linguista e educador belga Derrick de Kerckhove colocou em debate a era das tags e o futuro da comunicação digital.</p>
<p>No mundo digital a <em>tag</em> é uma palavra-chave que permite ligar um ponto a muitos outros dentro do mundo virtual. A pluralização do virtual remitificou a cultura da sociedade por meio da web e está além de qualquer modismo.</p>
<p>&#8220;Isso é um &#8216;Efeito Borboleta&#8217; de certa maneira&#8221;, disse Derrick. A mínima ação que você faz pode mudar toda a estrutura do contexto. Para quem vive a comunicação, é uma outra forma de ver a sociedade e entender o que trará o futuro.</p>
<p> <strong>O futuro pertence à atitude</strong></p>
<p>O pesquisador abordou o <em>Mind-Machine</em>, que expressa a forma das pessoas ou grupos lidarem com certas situações, sejam elas boas ou ruins. Para ele, o Brasil enfrenta a crise econômica melhor que outros países por causa da atitude positiva que tem em torno da mesma – A atitude de percepção positiva.</p>
<p>Como consequência da evolução, hoje todo mundo pode criar, é o <em>crowdsourcing</em> &#8211; e cada vez mais para se ter atenção na web, tamanha a quantidade de informação, um indivíduo ou uma empresa precisa ter habilidade em Design, em programas de convergência entre áudio e vídeo em um tempo bem limitado. Como todos falam ou escrevem uns aos outros, em alguns casos o rumo da comunicação corporativa não está mais na mão do comunicador.</p>
<p>Uma curiosidade cientificamente comprovada: são necessárias apenas 150 pessoas para se ter uma boa rede de contatos. O resto são sobras? &#8220;Não&#8221;, disse Derrick, &#8220;a fortaleza é a essência do contato&#8221;, finaliza.</p>
<p><strong>Kerckhove e McLuhan</strong></p>
<p>Derrick trabalhou com o grande estudioso canadense Marshall McLuhan de 1972 a 1980. &#8220;McLuhan &#8216;previu&#8217; o <em>Wikipedia</em> quando disse em 1962 que o próximo meio de informação é a extensão da consciência coletiva&#8221;. Além disso, Derrick cita o <em>Youtube</em> – forma de arte com a criação e a externalização do pensamento, da mente para a tela, que estende também para a TV e o mobile.</p>
<p><strong>Face2face no ambiente de trabalho</strong></p>
<p>O debate também contou com Elisa Prado, Diretora de Comunicação da Tetra Pak. Ela afirma que a comunicação interna da empresa tudo é <em>on</em>, desde<em> </em>um comunicado em vídeo do presidente da companhia até pequenas reuniões entre departamentos.</p>
<p>Elisa disse preferir um mundo menos virtual. O  olho no olho para ela é importante, assim como reuniões presenciais para um café, uma conversa informal. A empresa tenta trabalhar das duas formas em paralelo com os colaboradores, de uma forma mais pessoal para humanizar e interagir.</p>
<p><strong>Novos humanos, novos parâmetros</strong></p>
<p>A companhia trabalha sob diferentes canais de relacionamento com os consumidores. &#8220;A forma de se comunicar hoje é diferente, você tem que entender a percepção do público, é a comunidade quem faz a nossa comunicação&#8221;, explica Elisa.</p>
<p>A velocidade de resposta dos stakeholders vem com uma velocidade incrível e é preciso estar bem preparado. A medida que a Tetra Pak toma, conta a diretora, é o monitoramento digital para avaliação e também para gerenciamento de crise. &#8220;Fora que temos também o canal aberto com a comunidade digital, que facilita muito a nossa relação com eles&#8221;. E o twitter? &#8220;Em breve teremos nosso perfil lá&#8221;, termina.</p>
<p>Ilustração <a href="http://www.wired.com" target="_blank">Wired</a>.</p>
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		<title>Anuário Comunicação 2009/2010</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Aug 2009 03:12:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Visionello</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Perspectivas 2010]]></category>
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		<description><![CDATA[Deu hoje no site da Abracom: Mega Brasil apresenta Anuário das Agências de Comunicação







A publicação, Anuário Brasileiro das Agências de Comunicação – Edição 2009-2010, será lançada em dezembro e busca ser referência de um segmento integrado por 1.200 empresas, que faturaram cerca de R$ 1 bilhão em 2008. Ainda segundo o site, outros números foram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<address>Deu hoje no site da <a title="Associação Brasileira das Agências de Comunicação" href="http://www.abracom.org.br" target="_blank">Abracom</a>: Mega Brasil apresenta Anuário das Agências de Comunicação</address>
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<address></address>
<p align="justify">A publicação, <strong>Anuário Brasileiro das Agências de Comunicação – Edição 2009-2010</strong>, será lançada em dezembro e busca ser referência de um segmento integrado por 1.200 empresas, que faturaram cerca de R$ 1 bilhão em 2008. Ainda segundo o site, outros números foram divulgados.</p>
<h3>O setor <span style="color: #ff0000;">superou</span> pela <span style="color: #ff0000;">primeira vez</span> em 2008 a barreira de <span style="color: #ff0000;">R$ 1 bilhão de faturamento</span>, passando a ter maior projeção no campo econômico.</h3>
<p align="justify"> </p>
<p align="justify"><strong>A parte boa, na mão dos clientes</strong></p>
<p align="justify">O anuário, que recebeu o apoio da Abracom, terá tiragem de 3 mil exemplares, 200 páginas e distribuição dirigida e gratuita a dois públicos estratégicos: 1.100 exemplares para compradores de serviços de comunicação (executivos de empresas públicas e privadas, instituições, entidades de classe, ONGs e assessorias de comunicação dos principais órgãos governamentais e dos poderes Legislativo e Judiciário); e 1.100 exemplares para jornalistas dos mais importantes veículos de comunicação do país, especialmente os vinculados às editorias de Economia, colunas informativas e pautas, finaliza a nota.</p>
<p align="justify">No comando editorial do anuário ficará Maria Helena Miessva, ex-Comunicação Corporativa de empresas como Cargill, Boeringher Ingelheim, Souza Cruz e Bayer.</p>
<p align="justify"> </p>
<p align="justify">A Visionello é filiada à Abracom.</p>
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